Em Palmas, Dia Internacional da Não Violência Contra a Mulher é marcado por carreata e início da campanha ’16 Dias de Ativismo’

O ‘Dia Internacional da Não Violência Contra a Mulher’, registrado nesta quinta-feira, 25, foi lembrado em Palmas com a ‘Carreata Nupav Mulher’, organizada pela Secretaria Municipal de Saúde, com a equipe do Núcleo de Vigilância e Prevenção de Violências e Acidentes e Promoção da Saúde e Cultura de Paz (Nupav), em parceria de ativistas pelo fim da violência. Saindo da sede da Semus, a Carreata percorreu a Avenida Teotônio Segurado, em direção a Estação Xerente, passando pelos jardins Aureny III, Aureny I, até a Avenida Tocantins, em Taquaralto.

A mobilização marcou o início da programação da Campanha Internacional ‘16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres’ que irá até o dia 10 de dezembro. O objetivo é conscientizar e sensibilizar a população sobre a necessidade de suprimir a violência contra a mulher.

Representantes de vários órgãos públicos municipais, estaduais, do Tribunal de Justiça, da Defensoria Pública, do Ministério Público, Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM), além de universidades, conselhos e representantes do meio religioso se juntaram a ação.

A coordenadora do Nupav, Leyssane Marta Ayres Arruda, relata que a carreata foi pensada para orientar e informar a sociedade que existe uma rede de proteção.

“Para que deixe de ser violentada, a mulher precisa criar coragem e denunciar o agressor para que tomemos as providências cabíveis e a encaminhe para essa rede de proteção”, confirmou a delegada Lorena Josephine Oyama, da 1ª Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (1ª Deam). Ela ainda reforça que a delegacia é uma das principais portas de entrada para a mulher vítima de violência. “A denúncia é o começo do rompimento do ciclo”.

Atuante nessa ação a coordenadora do Núcleo Especializado de Promoção e Defesa dos Direitos da Mulher (Nudem), da Defensoria Pública, Silvania Barbosa de Oliveira Pimentel, relata que as instituições resolveram se unir para dar a essas mulheres vítimas de agressão o conhecimento de que existe uma rede de apoio. “O Nudem presta atendimento com orientação dos direitos e onde devem buscá-los”, expõe Silvania.

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